fevereiro 04, 2010

A advertência de Walesa


Tradução | “Walesa’s Warning” | Lech Walesa | in Investors’ Business Daily | De 02/02/2010 | 07:27PM
De um Velho amigo, temeroso pelo futuro dos Estados Unidos.
O campeão da liberdade Polonesa fala que a América não será por muito tempo a cidade luminosa no alto da colina (Mateus 5:14). Enquanto vá desatenta na direção do socialismo, ele adverte, aqueles que anseiam por viver livres no mundo poderão não ter mais no seu horizonte os Estados Unidos com o qual se socorrer.
Juntos, eles foram os gigantes de seu tempo, Ronald Reagan, a Primeira Ministra Britânica Margaret Thatcher, o Papa João Paulo II e um pouco conhecido estivador de nome Lech Walesa, o qual levantou-se contra o comunismo soviético e trouxe liberdade às nações cativas da Europa.
Na última sexta, Walesa esteve em Chicago fazendo campanha para o candidato do partido Republicano, nas primárias de Illinois, que por coincidência era Polonês. O pai da democracia polonesa conhece um pouco sobre tirania, socialismo e sobre o largo caminho para aqueles, contra os quais Walesa veio advertir-nos e mostrar que a eles vimos nos conduzindo.
Em uma conferência à imprensa, Walesa comentou sobre uma America que nestes dias aparentemente faz a apologia de tudo, bajulando mais que enfrentando os sicários do mundo e está, com isso, embarcando no caminho para agrilhoar depois da assunção que veio com a liberdade econômica, que conduziu o Mundo Livre à vitória.
Walesa não hesita em afirmar que os Estados Unidos são de longe a esperança [best hope] para qualquer homem, em qualquer parte do mundo.
Os Estados Unidos são hoje o único superpoder. Hoje ele conduz o mundo, militarmente. Ninguém tem dúvidas sobre isto”, disse o líder polonês. “Também economicamente, mas está ficando fraco.”
Porém, não lidera moral e politicamente mais. O mundo não tem liderança. Os Estados Unidos são o último refúgio e esperança para todas as outras nações. Houve já esperança; sempre que alguma coisa estava errada podia-se ainda contar com os Estados Unidos. Hoje, perdemos essa esperança”.
Walesa conduziu o movimento Solidariedade na Polônia. Ele foi, em certo sentido, uma organização comunitária, mas não do modo de Saul Alinsky. Ele buscou libertar seu povo, não controlá-lo.
As marchas e protestos que ele realizou conduziram a liberdade polonesa e foram precursoras das manifestações recentes nos Estados Unidos denominadas Tea Party — “Partidos do Chá”, em alusão à revolta que atacou navios de chá da Inglaterra nos EUA durante as primícias da guerra de independência —, que do mesmo modo que o movimento polonês, buscou livrar-se das correntes da sociedade de “comando-e-controle” e restaurar a economia genuína e a liberdade política.
O império Soviético tinha seus comissários. Nosso governo tem seus czares, e Walesa definitivamente sente que a América, que tem como seus amigos, está se movendo na direção errada. Ele vê nossa discussão sobre a distribuição de renda como coisa não dessemelhante ao credo Marxista — de cada um segundo suas habilidades, para cada um, conforme suas necessidades.
Em uma entrevista em vídeo, Walesa viu um sinal de que o Socialismo rasteja sorrateiramente na política doméstica Americana. Ele falou sobre como o governo “procede com os bancos”, e comoo governo desperdiça todo o dinheiro… construindo a burocracia — para si mesmo”.

Um comentário:

Anônimo disse...

Lá, como aqui.