julho 26, 2009

Educação Moral para a Nova Ordem

"Moral Education for the New Order"

de

Kyle-Anne Shiver

American Thinker

April 14, 2009

(Tradução sob meu risco)

***

Mamar na teta do estado parece nunca suficiente, ao que parece

(Bem, isto pode ajudar a explicar a Obamania)

Ligue esta descoberta desagradável com o encontrado pelo Josephson Institute Report Card on the Ethics of American Youth, que definiu níveis de mentira, fraude e furto entre estudantes do ensino superior, onde se poderá ver o tipo de distúrbio e erosão moral que está ocorrendo.

  • 30% roubaram de lojas no ano passado, 23% roubaram pais ou outro familiar; 20% roubaram alguma vez algum amigo.
  • 42% mentem regularmente por dinheiro; 83% mentiram para um parente acerca de algo significante.
  • 64% trapacearam em um teste no último ano; 38% trapacearam duas ou mais vezes; 36% usaram a internet para plagiar material com direitos.

Você pode achar que isso poderia ficar pior. Como está, você estaria certo. Está pior hoje. Admitiram os próprios estudantes: 26% deles mentiram sobre pelo menos uma ou duas questões ao serem avaliados. Expertos concordam que a desonestidade perante a avaliação é uma tentativa de dissimular uma má conduta, i.e., fazer a si mesmo parecer melhor do que realmente é.

Mas pode ser ainda pior.

Estudantes do ensino superior admitem ampla prática de mentiras, fraude e roubo, mas, vejam só, suas confissões não deixam nenhuma marca em sua autoestima. Surpreendentes 93% disseram estar satisfeitos com sua ética pessoal e caráter, e 77% disseram, quando fazem a coisa certa, “Sou melhor que a maioria das pessoas que conheço”.

Quando tudo é relativo e quando Deus está de férias,

a descida ao inferno torna-se um caminho largo e curto.

E embora eu esteja relutante em admiti-lo, estes modelos de baixa virtude que estão saindo de nossas escolas tornam-se perfeitos socialistas, que é o que uma terça parte deles sonha ser [saibam no que estão se tornando ou não, acrescentaria eu]. Eles farão tão pouco quanto possível para ter, sem hesitar, tudo que possam da inevitável escassez do que for produzido pela iniciativa do estado-tirano.

Aqueles que mentem hoje para parentes e para as autoridades escolares certamente mentirão para conseguir emprego e então mentirão para se manter no trabalho. Aqueles que fraudam hoje nos testes fraudarão o sistema para o maio ganho pessoal quando puderem. Aqueles que roubam das lojas e de amigos hoje, certamente roubarão ainda mais de uma fonte pública onde ele jamais estará face a face com as pessoas das quais ele estará roubando.

E quais cidadãos entre nós estão mais inclinados a mentir, fraudar, roubar, egoísta e ávaramente? Ora, os liberais [esquerdistas, materialistas, liberais, neoliberais, etc.], por certo.

O autor, Peter Schweizer, fez um estudo detalhado das diferenças entre liberais e conservadores, muitos dos quais vindos do altamente respeitado Serviço Nacional de Valores Culturais [National Cultural Values Survey]. No seu livro demolidor de mitos, Makers and Takers, Schweizer apresenta evidências conclusivas de que os liberais são em larga escala diferentes dos conservadores, especialmente na moralidade e na ética.

Tome os seguintes exemplos de Makers and Takers:

  • Você reclamaria benefícios do governo se você não estivesse apto a recebê-los se você tivesse a oportunidade de dispensar as exigências formais? Liberais estiveram mais de duas vezes mais propensos que os conservadores a aceitar a receber benefícios que eles não estariam aptos legalmente a receber.
  • Você perde o seu emprego. A Companhia do seu amigo está a procura de alguém para um emprego temporário. Eles querem pagar a pessoa em dinheiro para evitar as taxas e permitir à pessoa a continuar recebendo o seguro desemprego. O que você faria? Quase metade (49%) dos autodescritos progressistas disseram que eles pegariam o trabalho, fraudariam suas contas e mentiriam quando recebesse os benefícios do governo. Apenas 21% dos conservadores disseram que iriam adiante com isso.
  • Um terço daqueles que se dizem muito liberais disseram tudo bem para comprar bens que eles sabiam ser roubados, comparado com 17% dos conservadores.
  • O The World Values Survey entende que os liberais são mais propensos a aceitar suborno do que os conservadores para até 10%.
  • Quando perguntados pelo The World Values Survey se estava tudo bem em evitar pagar o ônibus ou o metrô, os liberais --- por avassaladores 20 pontos --- disseram que eles não viam nenhum problema em dizer que saltar as catracas fosse uma prática aceitável.
  • Conforme ainda o The World Values Survey, os conservadores são 15% mais propensos a dizer que você deve relatar alguma avaria ocorrida por sua culpa a um carro estacionado do que os liberais.

Lamentavelmente, este é apenas a ponta de um maciço iceberg social de desonestidade liberal e mesquinha. Ainda mais, tal como os estudantes universitários copiam seus exemplos doentios, os liberais tem a si mesmos por especialmente éticos. Os liberais tendem a pensar sobre si mesmos não apenas como mais espertos que os conservadores, mas também como mais honestos. Mais caridosos, mais amáveis e mais justos em suas relações com outros seres humanos. Mas como as extensas pesquisas de Schweizer têm confirmado, o oposto exato é que é verdadeiro.

Em minha modesta opinião, como uma velha mãe sábia, estas são as inevitáveis adversidades que há 40 anos a América marcha no domínio do relativismo moral e do secularismo. Forme-se a consciência de uma criança sem marcos guias claros no que se refere ao bem e ao mal e ela será, inevitavelmente, condenada à confusão e ao fracasso. Esperar que uma criança cresça imaculada à pressão de seus próximos e firmemente enraizada no bem sem o conhecimento e da reverência por Deus, é como tentar fazer crescer uma planta saudável sem solo e sem sol.

Mesmo quando rudimentos da mentalidade Judaico-Cristã permanecem como forma da mente secular humanista, uma vez que o fundamento da fé é removido, é preciso muito pouco tempo --- o tempo de uma única geração --- para a sociedade inclinar-se para o mal. Uma outro achado de Schweizer (do Serviço Social Geral) encontrou que apenas 23% daqueles que se autodenominam “muito liberais” disseram que existe algo tal como normas objetivas sobre o que é bom e o que é mal, comparado com 62% de conservadores. Esta atitude é chamada “relativismo moral” e isso traz à sociedade consequências desastrosas aquelas que as abraçam como uma norma aceitável.

Não surpreendentemente, de acordo com a mesma pesquisa, apenas 40% dos liberais considera Deus muito importante em suas vidas, comparado com 70% dos conservadores. A sociedade não inventou os códigos sob os quais nossas leis civis foram feitas. O fundamento da lei civil americana são os dez mandamentos. Entretanto, sem o conhecimento e a reverência a Deus, seu Autor, a adesão em âmbito público e privado encolhe e encolhe e encolhe.

E, com isso, a tirania do estado vem preencher o vacuum da consciência individual e da virtude.

Como Samuel Adams tão sabiamente notou:

Uma dissolução dos princípios e hábitos mais certamente dará fim à liberdade na América do que a totalidade das forças do inimigo conhecido. Enquanto permaneçam as pessoas virtuosas, não poderão ser submetidas; mas quando elas perderem sua virtude elas estarão prontas para entregar sua liberdade ao primeiro invasor, interno ou externo... Se a virtude e o conhecimento estão difundidos na população, jamais serão escravos. Esta será sua grande segurança.”

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Kyle-Anne Shiver contribui sempre com o American Thinker. Ela dá por bem-vindos comentários para kyleanneshiver@gmail.com.

Fonte:

http://www.americanthinker.com/2009/04/moral_education_for_the_new_or.html