janeiro 19, 2010

O exagero dos velhos novos métodos em educação


Os meios de comunicação vêm sistematicamente defendendo as causas dos problemas na educação como última palavra para solucionar as nossas deficiências, completamente ababelada de ladainhas dos reformistas sociais marxistas.
É bem essa a imagem mesmo. A imprensa, cheia de volteios constrói uma babel convulsionada de palavrório, quase todo da propaganda oficial dos programas “reformistas” da esquerda iluminada --- que já há tantos que aderem porque jamais ouviram outra coisa ---, independentemente de eles serem bons ou ruins. É o princípio justo na mídia da distribuição equitativa do certo e do errado entre todas as propostas (!).
O fetiche do “novo método em educação” da “Nova Escola” é um slogan moto-contínuo, que gruda na cabeça oca do jornalista com uma força embasbacante.
É quase impossível não concluir que o jornalismo tornou-se numa extraordinária máquina de propaganda involuntária, que na incapacidade de avaliar --- desde que os profissionais saem de cursos ocupados por uma linha de ensino que aqui se denuncia --- nada podem fazer.
Esse caramujo tá precisando um pouco de sal em cima dele!
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Errou na mosca!
Mais uma vez, em EDITORIAL de 11 de janeiro de 2010, “O foco na Educação”, o Zero Hora --- e o grupo RBS, incompreensivelmente, padronizado --- erra em cheio! Antes o Jornal do Almoço (RBS TV), alheio a toda discussão sobre a educação e ignorando até mesmo opinião de especialistas como Eunice Durham, adota cegamente a linguagem postiça do Grande Administrador Central (o Governo) e de seus Planos Universais de salvação compulsória.
O Brasil não pode desperdiçar a oportunidade que tem, a partir deste ano, de obter também na área educacional o reconhecimento mundial que angariou pela gestão da economia.
A oportunidade é o “agora” --- isto é, não fazer nada é perder a oportunidade. Que é o mesmo que dizer que todo erro está em não agir. Isso deve ser Sartre. Nada objetivo, mas o que engendra o pior mormente: a ansiedade incontrolada faz uso de qualquer termo que lhe dão, que a atenda tão mais rápido possa, apaziguador.
Se o modelo de sucesso é o da economia, tomando os méritos reclamados recentes, basta deixar tudo como está --- ou piorar um pouco ---, para quando tudo der errado, poder-se dizer que não se fez nada; ou, se der para tirar alguma estatística positiva, dizer que aquelas ações, daquele plano, foram os responsáveis e gozar os méritos por isto.
Mas há algo positivo nessa comparação, porque a economia tornou-se firme quando voltou à ortodoxia. Bingo! As avaliações recentes vêm mostrando que justamente é o ensino ortodoxo e conservador que dá os melhores resultados, isso quer dizer, não se trata de estrutura e meios materiais, mas de modelo. Aquele que se abandonou, justamente, por reformas. O editorial da RBS não apenas errou em cheio --- “na mosca!” --- como promove e amplifica a propaganda do fracasso.
Edgar Allan Poe tem uma frase que explica esse erro sistemático, diz ele n'A carta furtada:
Eles não variam de princípios em suas investigações; no máximo, quando premidos por alguma emergência insólita, por alguma recompensa extraordinária, ampliam ou exageram seus velhos métodos de ação, sem mexer-lhes nos princípios”.
Aí é que vem a mirada, que quer atingir o alvo olhando por uma lente baça.
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O manifesto das intenções de planificação
O novo Plano Nacional de Educação (PNE), que deve ser votado pelo Congresso, deixa de ser, pelo menos nas intenções, mais um remendo nas políticas para o setor. Anuncia-se, com o aval de especialistas da área, que o PNE tem o poder de finalmente cumprir com o que foi prometido em 1932, quando um grupo de educadores, mobilizados pelo Manifesto dos Pioneiros da Educação, inspirou a inclusão de um programa nacional na Constituição de 1934.”
Aval de especialistas” pode querer dizer que vai piorar muito; portanto, não está dizendo nada, ou quer-se dizer que os especialistas estiveram ausentes nas últimas décadas de fracassos?
A educação que vem dando errado seguiu o caminho exatamente daquele Manifesto dos Pioneiros da Educação, que na primeira metade do século XX contava com intelectuais de peso, inegavelmente superiores aos atuais, e não apenas superiores, mas os havia, alguns, verdadeiramente. E como não dizer que tudo isso não teve o looongo braço do Manifesto de 1932?
A reformulação da educação não deu apenas condições a quem não tinha, mas acabou com os princípios da educação conservadora, fracassando na implementação da educação obrigatória e gratuita de qualidade. Enquanto isso, a exceção no meio do fracasso são justamente as escolas conservadoras, as militares e as ligadas à igreja.
Agora, o esforço por esse “Plano Nacional de Educação”, repleto de platitudes ocas e fórmulas fracassadas, tem de pontos distintos apenas o espírito igual às diretrizes “humanísticas” do 3º Programa Nacional de Direitos Humanos, pregando uma visão materialista, funcional e laica --- além de francamente antidemocrática ---, que é o coração do fracasso atual.
O sucesso desejável de oferecer educação para o maior número de crianças alcançado, veio com a massificação da educação em níveis infamantes, ao maciço analfabetismo funcional e ao rebaixamento da capacidade dos mais altos níveis da educação.
Mas, então --- pasmem ---, tudo vai ser ampliado (!).
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Fazer o que não se sabe e ampliar o que deu errado
Adiou-se até hoje...” o que ninguém sabia fazer? “...[O] cumprimento de compromissos e direitos básicos previstos na Constituição de 1988” e que, quando tentaram, piorou tudo. Um cientista político disse, certa vez, que não poderíamos cometer o erro de tornar nossas esperanças mais otimistas em tendências históricas inevitáveis, o que pode fazer-nos errar a perder ad eternum de vista qualquer sucesso real.
Por ter particularidades que o distinguem dos anteriores” --- como o PNDH3? --- por seus “recursos” (i.e., fracassar gastando dinheiro) e “metas” (i.e., fracassar com boas intenções).
Mas lá vem o pior:
Articulados, União, Estados e municípios perseguirão objetivos inegociáveis, entre os quais o de antecipar o ingresso de crianças nas escolas. O programa parte do princípio de que, ao antecipar a presença no ensino, o setor público não estará apenas potencializando a capacidade de aprendizado das crianças, mas dando suporte a famílias que, por questões econômicas, sociais ou culturais, não se sentem estimuladas ou não têm condições de perseverar no encaminhamento e na manutenção dos filhos na escola.
Bem, é fato que quanto mais cedo começamos a aprender, há mais potencial sendo usado --- “potencializar” quer dizer melhorar as chances do melhor. Quanto menores somos, maior o nosso potencial; a medida que amadurecemos, vamos atualizando o nosso potencial e nos tornando sempre pouco menos do que o todo do potencial latente antes, quando o potencial era o máximo e o real e efetivo em nós, quase nenhum. Mas esse potencial é natural das crianças; é um ponto de vista curioso esse, uma vez reptido por Max Gehringer (no programa Fantástico), que disse que no caso de fracasso no começo da vida profissional, os jovens deveriam apegar-se ao que ainda tem: a juventude.
Assim, é possível entender como as crianças terão sua educação “potencializada” ao entrar mais cedo na escola pública, potencializada para a escola pública --- onde as crianças entrarão com mais potencial, mas, junto, o que vem com a escola pública, laica, gratuíta e obrigatória: a pior educação. A escola pública terá mais potencial, para destruir.
Como algo assim não pode errar em cheio sempre e sempre de novo? Fatalmente. Crianças com famílias estruturadas e conservadoras é a melhor forma de “potencializar” no que devem tornar-se efetivas.
E novamente aderiram ao erro de dizer que as condições sociais são decisivas... Não que não sejam graves, ou que não o sejam de modo nenhum, mas é o que vem desta conclusão que desencaminha, as soluções que se seguem, o pior. Misturam-se, nesse ponto, as dificuldades intrínsecas aos meios econômicos à eficiência da educação, que são coisas distintas.
Ampliando-se...” quer dizer, aquilo que deu errado até agora. “...[A] noção de que a obrigação do Estado” [com pomposa letra maiúscula ritual]... à educação. A adição de “e dos pais” é uma mera alegoria retórica, um modo de falar por truísmos e terminar a frase. A continuação, o que segue ali, é só a queda naquilo que estatisticamente mostraria uma frequência alta de expressões que ocorrem juntas, num país onde uma cultura comum do homem médio desapareceu completamente: Amplia-se a noção de que a obrigação do Estado e dos pais no que se refere à educação deve inevitavelmente passar pela compreensão das realidades sociais.”
A obrigação do estado passa pelas “realidades sociais” quer dizer que aquele deve dar conta das diferentes condições materiais das famílias, como se pudesse misturar os meios fracassados da nossa educação com a falta de condições de muitos. Se estes muitos chegarem à escola, encontrarão a miséria da escola. É inegável que essa é uma sociedade igualitária.
Bem, aí querem cobrar responsabilidade dos governantes, tal qual há para as finanças públicas, por uma “lei de responsabilidade educacional” com metas; mas como cobrar o que não se tem as formas de fazer? A educação tornar-se-ia o que já é, como muita coisa por aqui --- por mais um diploma, medalha ou título --- uma mera contabilidade de condecorações vazias.
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As palavras pelas coisas
Outras platitudes, já agora com jeito de um povo neurótico: “Quase 10% da população brasileira é de analfabetos. Apenas 13,7% dos jovens de 18 a 24 anos frequentam curso superior”. Como menos de 10% de analfabetos pode ser um problema? Foi o grande sucesso, temerário sucesso, de levar à escola e mal-alfabetizar milhões. Existem duas tragédias no Brasil, em educação; a primeira: as crianças não chegam às escolas; a segunda: às vezes elas chegam. Se apenas 13,7% frequentam o ensino superior, jamais houve tantos no ensino superior, e nunca, jamais --- talvez e em nenhum lugar do mundo, em nenhuma época --- tantos tão mal preparados tendo passado por uma máquina de ensino --- de moer carne.
Poucos jovens têm acesso a um ensino superior que forma bárbaros para exercer uma profissão com eficiência, que é o que se quer, de início, já que não dá para educar todo mundo ao mesmo tempo, no melhor, mais alto e eficiente, como iguaizinhos: “O que nós devemos buscar, de uma vez por todas, é a perfeição, negligenciada!”, deveriam dizer. Manicômio para a tagarelice à-toa é ao que se deveria dedicar por aqui.
O estado, diz-se, deve remunerações melhores aos professores... Quando ouço isto lembro os americanos lutando com unhas e dentes para deter o plano de saúde compulsório de Obama, que ameaça saúde universal aos americanos para que eles possam ser todos mau atendidos por igual: curiosamente, o caso da educação brasileira.
O sonho no lugar da realidade de novo:
O PNE... é recebido como a possibilidade real de fazer com que, em duas décadas, o Brasil possa reduzir a distância em relação aos melhores ensinos do mundo, com elevação da escolaridade e redução das desigualdades sociais e regionais que de fato democratizem o acesso à educação.”
Depois de tanto tempo de frustrações, olhamos para o que deu errado e dizemos: “Bem, vamos lá, dessa vez vocês tem que fazer!” Fazer o quê, carambolas?! As políticas de estado, como as que surgiram com o “Plano Nacional de Educação” em 1932 não eram, afinal, um plano de governo? O plano de 1932 é a pedra fundante do erro na educação, seguido até hoje, reformado apenas com alguns detalhes para pior: “colocar-se no lugar dos escravos”, “pensar por si mesmo”, “inventar a sua própria interpretação”, etc., à náusea. Além desta locução abracadabrosa: “fazer com que... [se] possa” --- Os portões do inferno devem ter essa estrovenga inscrita.
O absurdo de se repetir termos de um discurso sem jamais se perguntar de onde ele vem, faz-nos trocar as coisas pelas palavras, as quais tornam, num passo certo cego, a sociedade inteira numa grande máquina convulsiva e que aponta para si mesma, monstruosa --- uma gosma coloidal de marxismo, iluminismo, socialismo, humanismo à la Rousseau, cientificismo e fascismo --- forma de continuar lutando pelo “progresso”. Assim, porque só o futuro algum dia redimirá, sempre a perseguir o novo e reformar o velho, que já é o próprio novo puído e poeirento.
Quando o que se diz não pega de modo nenhum ao de que se refere, o efeito é o erro seguido do fracasso, acompanhado de perto pela loucura e com fim no pior.
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Tráfico ideológico da infância
Dentre vários pontos do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, podem ser ressaltados alguns que são inovadores e de grande contribuição. O primeiro deles diz respeito à própria caracterização da educação brasileira” (“O Manifesto dos Pioneiros da Escola Nova de 1932: principais propostas”. Resumos).
Em vez de tratar-se de ampliar os meios e o acesso à educação, levantou-se a bandeira da “reforma” e confundiu-se o modelo certo com a necessidade de abranger uma maioria de excluídos. O que saiu daí foi uma ladainha marxista mascarada a não poder ser mais danosa.
Coerentemente com essa definição da "educação nova", os educadores propunham um programa de política educacional amplo e integrador, assim registrado no manifesto: "A seleção dos alunos nas suas aptidões naturais, a supressão de instituições criadoras de diferenças sobre base econômica”.
Como pode se amarrar ações práticas, coerentes com o princípio --- esse sim um princípio, ainda que um princípio de caos --- que se enuncia de uma “educação nova”? Como pode o novo ser um princípio de ordem em si? Palavreado bizarramente amalucado.
É fácil ver que a educação tornou-se apenas o desenvolvimento de habilidades e voltadas para o progresso material.
A escola integral e única proposta pelo manifesto era definida em oposição à escola existente, chamada de "tradicional". Assim conceituava o manifesto a "escola ou educação nova": "A educação nova, alargando sua finalidade para além dos limites das classes, assume, com uma feição mais humana, a sua verdadeira função social, preparando-se para formar ‘a hierarquia democrática’ pela ‘hierarquia das capacidades’, recrutadas em todos os grupos sociais, a que se abrem as mesmas oportunidades de educação” (Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova).
De cada um segundo a sua capacidade e a cada um segundo as suas necessidades” diz o lema comunista. Qualquer semelhança com essa “finalidade para além dos limites das classes” para formar uma “hierarquia democrática” pela “hierarquia das capacidades” deve ser teoria da conspiração.
Aquilo que destruiu a educação é apresentado agora, no fundo do poço, como trampolim para uma reforma da educação.
Ressoa assim a nauseante ladainha do fracasso. E o seu rumor persiste, se justamente a educação “tradicional” é que deu os melhores frutos! É fácil comparar a primeira metade do século XX com a segunda e constatar isso, além das persistentes confirmações das instituições conservadoras como as melhores.
Mas como agora ir-se-ia integrar ao conceito de “nova educação” o conceito de melhor e de mais eficiente tendo que, para isso, retornar aos velhos métodos? Impossível! A persistência na cabeça dos “formadores de opinião” de slogans surrados é blindada. Nunca se tratou de educação realmente, mas de reforma social, de engenharia social, daquele igualitarismo cujos meios foram os do fascismo, o racionalismo do humanismo científico aqui novamente, do qual se valem --- para todos.
Os pioneiros eram a favor de uma educação pública, gratuita, mista, laica e obrigatória. Isto quer dizer que o Estado deveria se responsabilizar pelo dever de educar o povo, responsabilidade esta que era, a princípio, atribuída à família.”
Isso poderia ser o chavão da propaganda soviético para uma educação igualitária. Sempre, de novo, macaqueando o certo para levar alguma vantagem; o analfabetismo foi um pretexto para estabelecer a estatização da educação e chegar hoje aos níveis do escárnio demoníaco. Quase ao ponto de podermos dizer não que o Haiti é aqui, mas que os fundamentos da civilização haitiana estão quase podendo ser adotados (quer dizer, dar uma nova demão de tinta) de pleno como a pilastra de nossa civilização (!): revolução popular por uma sociedade sem classes.
O novo substituiu o tradicional e em nome do “direito biológico dos indivíduos à educação” --- que é uma aberração que sinaliza ao adestramento ---, aproximou-se extraordinariamente dos planificadores fascistas do social-iluminismo a transformar a educação humana em uma indústria de massificação. É um truísmo socialista que uma vez desaparecidas as classes sociais, alcançar-se-ia um melhor ordenamento na produção (stakhanovismo, taylorismo), com a valorização do trabalho em si como valor máximo, igualmente distribuído. Com isso esperando-se que a produção aumentasse, bem como todas as capacidades seriam adquiridas mais rápido e perfeitamente.
Falhou uma vez e fracassamos nós e todos que tentaram; mas --- surpreza! --- vamos tentar tudo de novo no mais aberto espírito sincretista, laico e materialista. Basta fazer uma coisa que ainda não foi feita, que ninguém conhece, mas para as quais temos as palavras para designar as melhores intenções de tentá-lo --- o novo de novo.
Contrários ao costume de muitas escolas da época, os pioneiros pronunciaram-se favoráveis à escola mista e, questionando os princípios da educação católica, defendem uma educação laica, o que distanciaria a educação de questões religiosas e a aproximaria das questões sociais, dando oportunidades iguais a pessoas de ambos os sexos, e de diferentes credos e camadas sociais” (Resumos, id.).
Novamente; nunca se tratou realmente de educação! A preparação do homem para o progresso, para a otimização do trabalho, para a sociedade sem classes, de todas as formas que se possa começar fazendo, aproximando-se sempre mais dos ideais socialistas de uso da democracia, até extingui-la:
Educação de todas as crianças a partir do instante em que possam prescindir dos cuidados maternos, em estabelecimentos nacionais e a cargo do Estado. Educação conjugada com o trabalho fabril”.
Friedrich Engels, Princípios do Comunismo, Pergunta 18, item 8.
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Educação dos infernos
É incrível, que como ocorreu já outra vez, no caso do “X da Edução”, da RBS (seus editores e produtores), se venha repetindo à náusea com solução justamente o que é o problema.
É como se fosse de duvidar que se pudesse chegar a propor a doutrinação nazista ou fascista abertamente nas escolas, como método novo, e não pode haver dúvida que a mídia --- os mediadores e formadores de opinião --- adeririam entusiasticamente, pelo caráter definitivo daquelas propostas, sem se darem conta de nada. Obviamente, sem aqueles nomes.
Incrível, mas coisa parecida ocorreu na economia, quando o economista socialista Luiz Gonzaga Beluzzo propôs em artigo, por ocasião da crise recente, adotar medidas econômicas tomadas pelos nazistas (sem dizê-lo) para precaver-se daquele mal.
Enquanto se fala de realmente democratizar a educação, o governo nega-se terminantemente a considerar o homeschooling para quem pode se valer dele além de negar-se a explicar as suas possibilidades, ou dos métodos de Mortimer Adler.
O objetivo de nossos governos social-iluministas, da Sacra República Brasileira, jamais foi a educação, mas a padronização, a massificação sistemática e o cerceamento dos meios que poderiam evitar o pior ao qual chegamos, porque seus fins --- conscientes ou não disso --- são outros, dos princípios invertidos de criar o homem “humanizado” do socialismo, do nada, que ausente Deus, sai-se à imagem e semelhança do oco onde foi chocado, vazio tão grande quanto um abismo, ao qual se precipita.
Outra coisa; enquanto o objetivo for ser uma potência mundial ou tirar boas notas, ou entrar no mercado de trabalho, os resultados sempre vão ser inferiores do que os que se pretende. A instrumentalização da cultura, o pragmatismo e a racionalização do sonho social-ilulminista só tem um futuro, o da térmita.

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